Lifting Coreano de Pestanas: 3 técnicas que todo profissional deveria conhecer

Lifting coreano de pestañas: 3 técnicas que todo profesional debería conocer

1. Introdução

O lifting coreano de pestanas tornou-se uma das técnicas que mais interesse está a gerar atualmente entre os profissionais. Mas à medida que se aprofunda neste sistema surge uma questão importante: não existe uma única forma de realizar um lifting coreano.

Uma das principais diferenças em relação a outros protocolos de lifting está precisamente na forma de trabalhar a primeira fase do serviço. A ordem em que se coloca o molde, a posição das pestanas durante o Step 1 e o momento em que são elevadas podem variar consoante a técnica utilizada.

Por isso podemos encontrar diferentes procedimentos sob a denominação de lifting coreano.

Neste artigo vamos centrar-nos em três técnicas de lifting coreano de pestanas que convém conhecer se trabalha profissionalmente este serviço: a técnica de duplo molde, a técnica inversa e a técnica tradicional.

2. Antes de começar: o que caracteriza o lifting coreano?

Embora existam diferentes protocolos, uma das chaves do lifting coreano é a forma de trabalhar a pestana durante a primeira fase, sem a obrigar desde o início a adotar a curvatura definitiva.

O objetivo é trabalhar primeiro a estrutura da pestana e, posteriormente, dar-lhe a direção e a elevação pretendidas.

Esta forma de abordar o serviço permite ao profissional ter um maior controlo sobre o posicionamento das pestanas e adaptar o procedimento às características da pestana natural.

No entanto, a ordem destes passos nem sempre é a mesma. E é aí que surgem as diferentes técnicas.

Técnica de duplo molde:

A técnica de duplo molde é provavelmente uma das formas de trabalhar que mais chama a atenção quando se começa a investigar sobre lifting coreano.

Como o próprio nome indica, durante o procedimento utilizam-se dois moldes com funções diferentes.

Na primeira fase coloca-se um molde plano ou praticamente plano que serve como superfície de apoio para as pestanas. Sobre ele posicionam-se as pestanas para aplicar o Step 1, que é o que abre o poro da pestana e a torna moldável (por vezes chamado "processo de amolecimento"), mas sem ainda procurar a curvatura final.

Uma vez terminada esta fase e retirado o produto, retira-se também esse primeiro molde.

De seguida, seleciona-se o molde de lifting que determinará a elevação e a curvatura final. As pestanas, já mais flexíveis, são colocadas e alinhadas sobre este segundo molde para continuar com o passo seguinte do procedimento.

Assim, a chave desta técnica está em separar dois momentos do serviço:

Primeiro molde: facilita o trabalho da primeira fase sobre a pestana.

Segundo molde: permite criar a direção e a curvatura pretendidas.

Técnica inversa:

A técnica inversa altera sobretudo a ordem em que se realizam os primeiros passos do lifting.

Neste procedimento, o produto correspondente à primeira fase é aplicado sobre as pestanas antes de as colocar sobre o molde de lifting.

Desta forma, o "processo de amolecimento" começa com a pestana natural ainda na sua posição inicial, sem ter sido previamente colada a um molde com curvatura: aplica-se simplesmente o produto apoiando a pestana sobre o patch usado para proteger a pálpebra inferior, que neste caso convém que seja também de silicone.

Uma vez decorrido o tempo de exposição correspondente, retira-se completamente o produto e procede-se à colocação, agora sim sobre a pálpebra superior, do molde selecionado.

As pestanas, agora mais flexíveis, são elevadas e posicionadas cuidadosamente sobre ele, controlando a sua direção, separação e alinhamento antes de continuar com o passo seguinte do protocolo.

A principal diferença em relação à técnica anterior é fácil de entender: não precisamos de um primeiro molde sobre o qual aplicar o Step 1 do lifting.

Primeiro trabalha-se a pestana e só depois se leva ao molde que determinará a sua nova posição.

Isto altera consideravelmente a dinâmica do serviço e exige um bom controlo tanto dos tempos de exposição como do estado da pestana antes de proceder à sua elevação.

Técnica tradicional aplicada ao lifting coreano:

A terceira opção mantém uma ordem de trabalho mais parecida com a que muitos profissionais já conhecem do lifting de pestanas convencional.

Neste caso, o molde de lifting é colocado desde o início do procedimento e as pestanas são elevadas e posicionadas sobre ele antes de se aplicar o produto da primeira fase.

Depois de corretamente alinhadas, aplica-se o produto na zona de trabalho correspondente seguindo o protocolo e os tempos estabelecidos pelo fabricante.

A pestana realiza assim todo o processo de laminação enquanto se encontra colocada sobre o molde que marcará a sua direção.

Depois retira-se o produto e continua-se com as fases seguintes do lifting.

A diferença face às duas técnicas anteriores está precisamente nesse ponto: a pestana começa a ser trabalhada quando já está elevada sobre o molde, enquanto nas outras técnicas a primeira fase pode realizar-se antes de adotar essa posição definitiva.

3. Que diferenças existem entre as três técnicas de lifting coreano?

Embora as três persigam um objetivo semelhante, a forma de lá chegar muda consideravelmente.

Na técnica de duplo molde, a primeira fase realiza-se utilizando um suporte específico e, posteriormente, muda-se para o molde que proporcionará a elevação.

Na técnica inversa, a primeira fase trabalha-se diretamente sobre a pestana na sua posição natural e o molde é colocado depois.

Na técnica tradicional, o molde com curvatura é colocado desde o início e a primeira fase realiza-se com as pestanas já elevadas sobre ele.

Assim, uma das chaves para as distinguir é perguntarmo-nos:

Em que posição se encontra a pestana quando aplicamos o primeiro produto?

Essa simples pergunta ajuda a compreender boa parte das diferenças entre os três procedimentos.

4. Qual a melhor técnica de lifting coreano?

Não existe uma técnica que deva ser considerada automaticamente melhor do que as outras.

A escolha dependerá de fatores como as características da pestana natural, a sua direção de crescimento, espessura e resistência, o resultado que se pretende alcançar, a experiência do profissional e, especialmente, o sistema de lifting com que se está a trabalhar.

Importa também lembrar que nem todos os produtos são formulados para se utilizarem exatamente da mesma forma.

Os tempos de exposição, a zona de aplicação e o procedimento podem variar de um sistema para outro. Por isso, conhecer diferentes técnicas amplia os recursos do profissional, mas deve respeitar-se sempre o protocolo indicado pelo fabricante dos produtos utilizados.

5. O lifting coreano vai muito além de escolher um molde

A popularidade do lifting coreano fez com que, muitas vezes, esta técnica seja identificada unicamente com determinados moldes ou com uma curvatura concreta. No entanto, compreender verdadeiramente este sistema implica saber o que acontece à pestana durante cada fase do procedimento.

O diagnóstico prévio, a escolha do molde, a quantidade e colocação do produto, os tempos de exposição e, sobretudo, o controlo do estado da pestana durante o processo são determinantes para conseguir um bom resultado.

O lifting implica um processo químico que modifica temporariamente a estrutura da pestana para lhe poder dar uma nova direção e curvatura. Por este motivo, nos protocolos atuais é cada vez mais habitual incorporar produtos específicos de tratamento em diferentes momentos do serviço, com ingredientes condicionadores, hidratantes e reparadores.

O objetivo é que o resultado não seja apenas umas pestanas mais elevadas e curvadas, mas também uma fibra flexível, brilhante e com um aspeto cuidado.

Um exemplo é o After Lift Regenerator da Maxymova, um sérum que pode ser utilizado durante o procedimento, depois do Step 1 e antes da tinta ou do produto nutritivo. A sua fórmula contém ceramidas, queratinas vegetais hidrolisadas, pantenol, ácido hialurónico e outros ativos condicionadores. Além de ajudar a eliminar os resíduos do primeiro produto, está concebido para selar a cutícula e proporcionar hidratação e flexibilidade.

Conhecer diferentes técnicas permite compreender melhor o comportamento da pestana e dispor de mais recursos para adaptar o serviço a cada caso.

Na Seena Owell encontrará produtos profissionais para lifting de pestanas e diferentes sistemas e acessórios para incorporar estas técnicas nos seus serviços em cabine.

Lembre-se: trabalhe sempre seguindo as instruções e os tempos estabelecidos pelo fabricante de cada produto.

E se tiver qualquer dúvida, pode falar diretamente com a nossa equipa de profissionais, que o ajudará a escolher o produto mais adequado:

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Maria Lozano

Técnico especialista en estética y belleza. Tras años de experiencia práctica en cabina, hoy centro toda mi energía en mi gran vocación: la formación y el asesoramiento a otras compañeras del sector. He especializado mis cursos en áreas clave como el diseño de miradas (lifting, extensiones, laminación, henna y microblading), manicura, tratamientos faciales y maderoterapia. En este blog comparto contigo mis trucos técnicos, consejos reales y toda mi experiencia para ayudarte a perfeccionar tus servicios y resolver las dudas del día a día en tu centro.

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